Anúncios

Bolsonaro exonera nesta manhã de sexta-feira (24) o diretor da policia federal (maior órgão de investigação do Brasil) para arrumar um nome de sua confiança, mas isso não foi a única coisa que Bolsonaro fez, ele não conversou com Moro na hora da decisão.

O ex-ministro ficou perplexo com a atitude do presidente da república, que havia falado para ele no início da posse que teria carta branca para agir dentro da PF.

Com esse comportamento, em meio a maior pandemia global (coronavírus) que já houve nas últimas décadas, Bolsonaro provoca mais uma crise seguida, dentro do seu próprio Governo.

Anúncios

Conforme afirmação de Joice Hasselmann, que é ex-líder do governo no Congresso, a PF chegou ao ‘núcleo de financiadores das milícias digitais’. Ela falou que parte deles financiou esses movimentos pró-golpe militar. Bolsonaro quer abster problemas futuros.

Bolsonaro exonera diretor e provoca crise

Mais uma crise provocada pelo próprio presidente

Em meio a uma terrível pandemia de coronavírus que já matou mais de 3,3 mil pessoas no Brasil, Jair Bolsonaro criou uma nova crise política ao desonerar nesta manhã o diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo, o homem de confiança de Moro.

Conforme a equivocada decisão de Bolsonaro de substituir Valeixo, Moro já havia dito que deixaria o governo. Mas isso não intimidou Bolsonaro. Nesta sexta, a exoneração do diretor-geral foi publicada no Diário Oficial.

Bolsonaro quer ter a voz sobre o comando da corporação e controle absoluto sobre tudo. Desde o ano passado, ele tenta arrancar Valeixo e ter influência sobre as investigações, mas vem sendo barrado por movimentos de seu ministro e da própria PF.

Mas, desta vez, a pressa em “se ver livre”, como descreveu um assessor palaciano, do diretor-geral da PF, teria uma motivação bem nítida.

Anúncios